No dia 30 de setembro de 2020, o presidente Jair Bolsonaro assinou o decreto 10.502, que institui uma política pública de educação especial, que retorna ao paradigma da segregação de pessoas com deficiência dentro das escolas, segregação é o ato ou afeito de gerar afastamento.

Esse decreto visa criar uma nova política de educação especializada a pessoas com deficiência (PcDs)
Na prática, é uma ação federal, estadual e municipal que visa criar escolas direcionadas para PcDs, seja especial, ou mesmo bilíngue para surdos, além de classes especializadas. A ideia é uma armadilha, pois por mais que se argumente que o ensino regular seja a primeira opção do aluno PcD, na lei consta como “preferencialmente”, e bem, se os pais não quiserem colocar seus filhos no ensino regular, fatalmente vai para a escola especializada. haverá audiência pública no STF para debater o decreto 10502 de Bolsonaro, que instituía a Nova Política de Educação Especial e que está suspenso.

Queremos a revogação! Queremos investimento em inclusão escolar como manda a lei! 

O decreto 10.502 estará sendo discutido por diversos especialistas em audiência pública. É necessário que seja repudiado a todos que apoiam esse decreto. Todas as escolas devem oferece educação inclusive para todas as pessoas com deficiência, sem exclusão e descriminação.
Para manter esse nível de desigualdade é preciso impedir que as pessoas tenhas acesso a educação. É preciso impedir que elas saibam que tem direito a ter direito, inclusive o direito de sonhar. O opresso para manter sua opressão, precisa dividir os oprimidos, desmobilizá-los.

Disse Paulo Freire, muito odiado pelos opressores, “que toda ação que possa, mesmo incipientemente, proporcionar as classes oprimidas o despertar para que se unam é imediatamente freada pelos opressores através de métodos, inclusive, fisicamente violentos”.

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