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O tempo regimental da câmara municipal de Várzea Alegre vem sofrendo encolhimento e está faltando espaço para que os Edis votem ou pelo menos apresentem projetos voltados para a comunidade.

O maior vilão tem sido as trocas de acusações e a caça por culpados o que tem tomado grande parte do tempo em discussão. Hoje o que tramita com maior veemência é o caso Cintia. Uma servidora que segundo se discute naquela casa teria se ausentado das atividades no município, para prestar serviço em outro estado. Está denúncia partiu da vereadora Dra. Luciana (PV) busca esclarecimento em volto ao caso da servidora.

A partir daí saiu em defesa da servidora o vereador petista Michael Martins, segundo o vereador a servidora reconheceu o erro e irá devolver os valores. O que para a vereadora do (PV) Dra. Luciana não é o suficiente, a vereadora acredita que deva existir uma averiguação mais profunda do caso.

Já o vereador Michael Martins entende que se a servidora vai devolver o dinheiro está tudo certo, o mais é somente expor o nome da servidora e família, o que ele Michael entende como uma perseguição política.

Em meio a essa problemática a imprensa aparece com interesse de mostrar o que ocorre nos bastidores das reuniões da câmara municipal e levar ao conhecimento do povão.

Outro problema segundo Michael Martins que promete processar o site “Mais Várzea Alegre” por descordar da forma de vinculação do site envolvendo seu nome, em uma publicação feita por aquele meio de comunicação.

Voltando a vereadora Dra. Lucina a mesma declarou ao vereador que não entendeu porque os vereadores de oposição que tanto querem transparência, não votarem a favor de uma investigação no caso Cintia. Porém, o vereador insistir em dizer que se a servidora vai devolver o valor não a mais o que questionar.

Alan Salviano ainda chamou a servidora em plenário para que a mesma esclarecesse o caso, a mesma segundo Michael ela não foi a câmara por seguir orientações do seu advogado que preferiu ela não fosse.

Do tempo regimentar

Mais uma vez o bendito tempo regimentar que havia sido reduzido de 30 para 10 min para cada vereador, voltou a ser forte ponto de discussão entre o vereador na tribuna Marcelo Fledson (SD) e o presidente da casa Alan Salviano (PMDB).

Marcelo que abordou mais uma vez o caso matadouro público e o excesso de empregos do vice-prefeito Dr. Fabrício Ferreira Rolim. No uso da tribuna o vereador esgotou seu tempo foi cobrado pelo presidente Alan Salviano a deixar a tribuna e começou nova discussão. Como seu tempo havia esgotado e foi interrompido pelo presidente, o vereador retrucou e se recusou deixar a a tribuna onde estava fazendo uso da palavra.

Foi mais um momento acalorado onde houve intervenção do vereador Michael Martins (PT) na tentativa de acalmar os ânimos e mais uma vez a questão do acordo de diminuição do horário voltou a ser questionado.

O vereador Marcelo disse que não mais será de acordo com apenas 10 min e sim os 30 que está no regulamento interno da casa, porém, somente um novo acordo firmado durante a semana entre os 13 parlamentares decidirá qual será o tempo disponível a ser usado pelos edis na próxima reunião.

Fato é que, entre uma discussão e outra quem realmente sai perdendo é o povo que são prioridade para as demandas de urgência e emergência, mais que dependem dos projetos a serem lançados votados e aprovados, porque só a partir daí a população poderá sonhar em sanar os problemas que os afligem.

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